Speleothem environmental magnetism: some examples from Brazil


Autoria

  • Ricardo Trindade
  • Janine Carmo
  • Plinio Jaqueto
  • Roger Fu
Data de publicação  1/4/2023
Idioma  Inglês
Editor  EGU
Coleção  Artigos
DOI  https://doi.org/10.5194/egusphere-egu23-16253

Magnetismo ambiental dos espeleotemas: alguns exemplos do Brasil

Os espeleotemas são classicamente usados ​​para reconstruir o paleoambiente do Holoceno nos continentes por meio de proxies geoquímicos. Nos últimos anos, essas formações de cavernas também foram examinadas quanto à importância de seu sinal de magnetismo ambiental. No Brasil, temos estudado um conjunto de cavernas abrangendo diferentes latitudes, clima e cobertura vegetal. Em todas essas cavernas, a composição da mineralogia magnética mostra-se bastante homogênea em todo o registro do espeleotema, geralmente compreendendo a magnetita como o principal mineral magnético, mas também apresentando alguma quantidade de goethita e hematita. A comparação dos dados magnéticos do espeleotema, dos solos sobre a gruta, dos sedimentos no interior da gruta e do leito rochoso (epicarste), mostra que a mineralogia magnética depositada durante a precipitação do espeleotema provém essencialmente do solo que cobre a gruta, e é semelhante ao dos sedimentos depositados no interior da caverna. Apesar de sua composição homogênea, existem variações significativas no conteúdo mineral magnético (enriquecimento magnético) ao longo da estratigrafia do espeleotema. Três hipóteses principais para o enriquecimento foram apresentadas na literatura: (i) eventos episódicos de inundação, (ii) maior precipitação, (iii) mudanças no solo e na cobertura vegetal. Aqui descrevemos alguns estudos de caso de espeleotemas coletados em cavernas do Brasil, onde os isótopos de oxigênio e carbono são comparados com os parâmetros de magnetismo ambiental de espeleotemas em diferentes resoluções de amostragem, a fim de investigar as hipóteses de enriquecimento magnético do espeleotema e discutir o potencial dessas técnicas para estudos paleoambientais. Apesar de sua composição homogênea, existem variações significativas no conteúdo mineral magnético (enriquecimento magnético) ao longo da estratigrafia do espeleotema. Três hipóteses principais para o enriquecimento foram apresentadas na literatura: (i) eventos episódicos de inundação, (ii) maior precipitação, (iii) mudanças no solo e na cobertura vegetal. Aqui descrevemos alguns estudos de caso de espeleotemas coletados em cavernas do Brasil, onde os isótopos de oxigênio e carbono são comparados com os parâmetros de magnetismo ambiental de espeleotemas em diferentes resoluções de amostragem, a fim de investigar as hipóteses de enriquecimento magnético do espeleotema e discutir o potencial dessas técnicas para estudos paleoambientais. Apesar de sua composição homogênea, existem variações significativas no conteúdo mineral magnético (enriquecimento magnético) ao longo da estratigrafia do espeleotema. Três hipóteses principais para o enriquecimento foram apresentadas na literatura: (i) eventos episódicos de inundação, (ii) maior precipitação, (iii) mudanças no solo e na cobertura vegetal. Aqui descrevemos alguns estudos de caso de espeleotemas coletados em cavernas do Brasil, onde os isótopos de oxigênio e carbono são comparados com os parâmetros de magnetismo ambiental de espeleotemas em diferentes resoluções de amostragem, a fim de investigar as hipóteses de enriquecimento magnético do espeleotema e discutir o potencial dessas técnicas para estudos paleoambientais. Três hipóteses principais para o enriquecimento foram apresentadas na literatura: (i) eventos episódicos de inundação, (ii) maior precipitação, (iii) mudanças no solo e na cobertura vegetal. Aqui descrevemos alguns estudos de caso de espeleotemas coletados em cavernas do Brasil, onde os isótopos de oxigênio e carbono são comparados com os parâmetros de magnetismo ambiental de espeleotemas em diferentes resoluções de amostragem, a fim de investigar as hipóteses de enriquecimento magnético do espeleotema e discutir o potencial dessas técnicas para estudos paleoambientais. Três hipóteses principais para o enriquecimento foram apresentadas na literatura: (i) eventos episódicos de inundação, (ii) maior precipitação, (iii) mudanças no solo e na cobertura vegetal. Aqui descrevemos alguns estudos de caso de espeleotemas coletados em cavernas do Brasil, onde os isótopos de oxigênio e carbono são comparados com os parâmetros de magnetismo ambiental de espeleotemas em diferentes resoluções de amostragem, a fim de investigar as hipóteses de enriquecimento magnético do espeleotema e discutir o potencial dessas técnicas para estudos paleoambientais.

Como citar: Trindade, R., Jaqueto, P., Carmo, J., Fu, R., Hess, K., Feinberg, J., Stríkis, N., e Cruz Jr, F.: Magnetismo ambiental do espeleotema: alguns exemplos do Brasil, EGU General Assembly 2023, Viena, Áustria, 24–28 de abril de 2023, EGU23-16253, https://doi.org/10.5194/egusphere-egu23-16253, 2023.